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A breves dias de ter tomado posse como Director do SIS cumpre-me dirigir, a todos os que naveguem pela nossa página, as boas vindas.

Faço-o enquanto manifestação institucional de apreço por todos quantos nos consultam e por pessoal empenho em dinamizar um instrumento que considero não só essencial, como fundamental, no esclarecimento da população quanto à Missão do SIS e quanto ao seu papel no quadro mais alargado do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP).

O meu mandato, que agora se inicia, encontra o País a necessitar do empenho, dinamismo, esforço e capacidade de abnegação e sacrifício de todos os portugueses.

O SIS não é alheio a este esforço estando, também enquanto Serviço da Administração Pública, a sofrer as restrições orçamentais que o momento impõe.

De acordo com as prioridades estabelecidas no Plano de Actividades para 2011 foram reafectados recursos e meios, na justa medida do necessário, para assegurar não só que a vital missão que o SIS desempenha é cabalmente cumprida, como o é a níveis de excelência.
Este é um compromisso não só do Director do SIS como de todos quantos nele trabalham.

O SIS assumindo-se como garante do sistema de segurança interna, desempenha um papel fundamental na prossecução do interesse público, permitindo antecipar ameaças e prevenir riscos assessorando, nessa matéria, a tomada de decisão pelos competentes decisores políticos.

Os riscos com que nos confrontamos hoje são de natureza mais diversificada; apresentam-se com uma complexidade crescente e com uma dimensão ou relações cada vez mais extensas e múltiplas o que justifica o reforço da cooperação do SIS com outras entidades, seja a nível interno com as outras FSS’s, concretizado nos novos mecanismos de coordenação definidos entre o Sistema de Informações da República e o Sistema de Segurança Interna, seja a nível externo com serviços congéneres. 

No Estado de direito democrático, a segurança interna assume-se como um eixo de promoção das liberdades do cidadão. O reforço da vertente da prevenção da ameaça deve respeitar os princípios fundamentais dos direitos humanos, marca distintiva das democracias e do espaço europeu de liberdade, segurança e justiça em que nos inserimos. Esta é a matriz de actuação do SIS, a carta pela qual tem pautado o exercício da sua Missão, ontem e hoje.

A certeza de que o SIS é um elo imprescindível na garantia da Segurança Interna e que o seu esforço de actualização e reestruturação são de molde a dar resposta positiva às múltiplas ameaças que se apresentam sob distintos rostos: actos de terrorismo, de proliferação ou criminalidade organizada permitem-nos perspectivar o futuro com serenidade.

É com esta nota positiva que quero terminar a minha mensagem, na certeza que faremos jus à máxima que tem acompanhado a forma de ser português, na adversidade temperança!

Bem vindos!