A proliferação de armas de destruição maciça é considerada como uma das principais ameaças, a nível mundial.
O SIS considera sério o risco de utilização do território português para o trânsito e aquisição de produtos, equipamentos e tecnologias destinadas ao fabrico de armas de destruição maciça. Esta avaliação assenta em dois factores principais: a posição geo-estratégica de Portugal, designadamente o facto de ser fronteira externa da União Europeia; e as relações comerciais com países possuidores de programas militares nucleares, biológicos, químicos ou de mísseis balísticos.

Como é que o SIS acompanha esta ameaça?
No quadro da luta contra a proliferação das armas de destruição maciça, o SIS tem como objectivos principais:
- apoiar o controlo das exportações de bens estratégicos e de “uso-dual”;
- detectar a actividade, em Portugal, de redes de procurement de países de risco ou de organizações terroristas;
- acompanhar a actividade, em território português, de redes de contrabando de materiais radioactivos e nucleares
Qual o envolvimento do SIS a nível internacional?
O SIS participa em grupos de Information Exchange de vários regimes e grupos interna- cionais, como a Organização para a Proibição de Armas Químicas - OPCW o Nuclear Suppliers Group - NSG, o Missile Techology Control Regime - MTCR e o Grupo Austrália - AG e integra o grupo multidisciplinar da Proliferation Security Initiative - PSI
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